Os Circuitos Nacionais de Trail, de Trail Ultra, de Trail Ultra Endurance, Campeonatos Nacionais e a Taças de Portugal de Trail são uma iniciativa conjunta da Associação de Trail Running de Portugal – ATRP e das diversas entidades que organizam cada uma das competições que os integram.

2.1 Nos Circuitos Nacionais de Trail, de Trail Ultra, e de Trail Ultra Endurance, admite-se a participação de atletas de qualquer nacionalidade, sem distinção de sexo, dentro dos escalões etários abaixo definidos e que detenham uma preparação física adequada a esforços prolongados, desde que associados da ATRP com quota anual paga.

2.2 A ATRP não se responsabiliza portanto pela condição física dos atletas, que deve ser atestada pelos mesmos através dos meios médicos adequados, nem por qualquer acidente ou dano sofrido antes, durante ou após a realização das provas que integram os Circuitos Nacionais, Campeonatos ou Taça de Portugal. Apesar de cada uma das provas acima referidas estar coberta por seguro desportivo, a ATRP aconselha os atletas participantes a subscreverem o seguro individual desportivo disponibilizado pela ATRP, e adequado à prática da modalidade de Trail Running.

2.3 Nos Campeonatos Nacionais individuais e nas Taças de Portugal apenas poderão participar atletas de nacionalidade Portuguesa, desde que associados da ATRP com quota anual paga.

2.4 Consideram-se concorrentes aos Circuitos Nacionais de Trail, de Trail Ultra e de Trail Ultra Endurance, todo o atleta ou equipa que se classifique nas provas que integram esta iniciativa, desde que o atleta seja associado da ATRP, a equipa seja representada por atletas associados da ATRP, e também ela própria associada devidamente registada com o nome do seu responsável, sendo que no caso das equipas que não pertençam a Clubes ou Associações Desportivas com personalidade jurídica própria, o número de contribuinte a indicar no ato de registo, deverá ser o do responsável nomeado. Caso o atleta se inscreva em representação de uma equipa que não é associada da ATRP será classificado nos Circuitos como atleta individual. Após o início dos Circuitos não será possível a um atleta mudar de equipa durante a época desportiva em curso.

2.5 Será obrigatória a divulgação da lista de inscritos, individuais e coletivos nas provas integrantes dos Circuitos até às 24h da Quinta-feira anterior à data do evento, não sendo admitidas alterações após a publicação dos atletas em competição no my.atrp. Cabe aos atletas a responsabilidade da correta comunicação dos dados e de se certificarem que os mesmos correspondem aos seus dados pessoais.

3.    Época Desportiva 2018/2019

3.1 A época desportiva tem o seu início em 15 de Novembro de 2018, terminando a 31 de Outubro do ano seguinte. Os atletas mantêm o seu escalão durante toda a época desportiva, sendo o respetivo escalão atribuído com base na idade que o atleta terá a 31 de Outubro de 2019, no final da época desportiva

 

3.2 A época de transferências tem o seu início a 15 e termina a 31 de Novembro de 2018, competindo o atleta nesta fase pelo clube em que está filiado no momento em que ocorre a competição.

Nota: Para efeito de classificação e pontuação dos atletas nos escalões será considerada a idade que o atleta terá a 31 de Outubro da corrente época competitiva.

Ex: Um atleta que faz 40 anos entre 1 de Janeiro e 31 de Outubro será classificado no escalão M40 durante todo o Campeonato.
Ex: Um atleta que faz 18 anos entre 1 de Janeiro e 31 de Outubro será classificado no escalão Júnior durante todo o Campeonato.

5.1 Os Circuitos ATRP decorrerão no período da época desportiva de 15 de Novembro de 2018 a 31 de Outubro de 2019.

5.2 Por prova serão atribuídos pontos pela Classificação Geral Masculina e Geral Feminina, Equipas Masculinas e Femininas, e por Escalões em cada um dos escalões anteriormente indicados. As classificações serão definitivas após o período de reclamação previsto nos regulamentos das provas e não passíveis de alteração após publicação no my.atrp.

5.3 A cada atleta finalizador de cada prova, dos Circuitos Nacionais ATRP, é atribuído um número de pontos obtidos com base no tempo despendido segundo a seguinte fórmula:

5.3.1 Series150: Tempo Vencedor / Tempo Atleta x 150
5.3.2 Series100: Tempo Vencedor / Tempo Atleta x 100

5.4 Um bónus adicional de pontos é atribuído ao “Top20” da classificação individual em cada corrida, segundo a tabela de Pontuação pela Competitividade:

 

Exemplo para uma prova de “Series150”:
Pontuação Total = Pontuação Tempo + Pontuação Competitividade

6.1 Apenas são elegíveis para a classificação coletiva, as equipas que sejam associadas da ATRP, devidamente registadas com nome do responsável e nº de contribuinte. No caso das equipas que não pertençam a Clubes ou Associações Desportivas com personalidade jurídica própria, o número de contribuinte a indicar no ato de registo deverá ser o do responsável nomeado.

6.2 A cada equipa (Masculina e Feminina) com pontuação final atribuída em prova dos Circuitos Nacionais ATRP, é atribuído um número de pontos com base na tabela seguinte.

Tabela de classificação por equipas

 

Nota: A partir da equipa classificada em 12º lugar, todas as equipas serão pontuadas com 1 ponto.

A classificação coletiva determina-se em dois passos: Primeiro, e com base na classificação geral (masculinos e femininos), somam-se os lugares dos 3 primeiros classificados de cada equipa. Em caso de empate declara-se vencedora a equipa que em primeiro lugar feche a classificação coletiva. Seguidamente ordenam-se as equipas por ordem crescente de pontos obtidos na operação anterior, após o que se aplica a tabela de pontuação acima descrita para as Equipas.

Exemplo:

  • Equipa A: 5º + 6º + 7º = 18 => 1º lugar (15 pontos)
  • Equipa B: 3º + 4º + 12º = 19 => 2º lugar (13 pontos)
  • Equipa C: 1º + 2º + 17º = 20 => 3º lugar (11 pontos)

No Circuito Nacional serão consideradas na classificação final as equipas que atingirem o seguinte número de provas:

7.1 Circuito de Trail Ultra Endurance
4 Provas, sendo considerados para pontuação final os 4 melhores resultados (mínimo 1 prova “Series100”)

7.2 Circuito Trail Ultra
6 Provas, sendo considerados para pontuação final os 6 melhores resultados (mínimo 2 provas “Series100”)

7.3 Circuito Trail
10 Provas, sendo considerados os 10 melhores resultados (mínimo participação em 3 zonas nacionais).

Nota: As provas do Calendário Nacional ATRP que sejam anuladas ou a distância alterada, não respeitando a categorização em que se inserem, não pontuarão para o Circuito Nacional.

8.1 Após a soma dos pontos obtidos nas provas “series150” e “série100”, obrigatórias para o respetivo Circuito, o primeiro critério de desempate, a soma de pontos obtidos no confronto direto, dentro do número de provas necessárias para finalizar cada respetivo circuito nacional

Exemplo – No Circuito de Trail Ultra, dois (2) clubes (A e B) terminaram com o mesmo número de pontos (em 6 provas) e estiveram em confronto direto três (3) vezes nas provas X, Y e Z (os confrontos diretos nas provas em que não aproveitam os pontos não entram no critério de desempate).

  • Na prova X o clube A somou 15 pontos e o clube B somou 11 pontos
  • Na prova Y o clube A somou 13 pontos e o clube B somou 15 pontos
  • Na prova Z o clube A somou 15 pontos e o clube B somou 13 pontos

Aplicando o critério de desempate da soma de pontos obtidos no confronto direto o clube A seria o vencedor com 43 pontos.

  • Clube A – 43 pontos (15+15+13)
  • Clube B – 39 pontos (15+13+11)

8.2 Se o empate persistir, a equipa que apresente melhor classificação (número de pontos obtidos, independentemente de ser “serie150” ou “serie100”) após contabilizadas as obrigatórias no respetivo circuito e assim sucessivamente até ser desfeito o empate.

Exemplo – No Circuito de Trail Ultra duas equipas empatadas que estiveram em confronto direto duas (2) vezes nas provas X e Z (os confrontos diretos nas provas em que não aproveitam os pontos não entram no critério de desempate).

  • Na prova X o clube A somou 15 pontos e o clube B somou 13 pontos
  • Na prova Z o clube A somou 15 pontos e o clube B somou 13 pontos

Aplicando o primeiro critério de desempate os clubes permanecem empatados.

  • Clube A – 28 pontos (15+13)
  • Clube B – 28 pontos (15+13)

Neste caso é aplicado o segundo critério de desempate, a equipa que tiver o melhor sétimo resultado (número de pontos obtidos, independentemente de ser “serie150” ou “serie100”) será a vencedora, aplicando-se este critério sucessivamente até ser desfeito o empate.

8.3 Se o empate persistir, é declarada vencedora a equipa com maior número de associados ATRP.

9.1 Para a classificação final – Geral Absolutos e Escalões – nos Circuitos Nacionais de Trail Ultra Endurance e Trail Ultra e Trail as provas estão divididas em “Series150” e “Series100” (ver calendário).

  • A. Nas provas “Series150” a pontuação de partida será de 150 pontos para o vencedor.
  • B. Nas provas “Series100” a pontuação de partida será 100 pontos.

9.2 Para a classificação final nos Circuitos Nacionais a cada atleta, no final de cada prova, é-lhe atribuído um determinado número de pontos, obtidos com base no tempo despendido mais um bónus adicional de pontos, conforme descrito no ponto 5.3 e 5.4.

9.3 Os atletas para serem “Finalizadores” dos Circuitos deverão realizar:
Circuito Nacional de Trail – 6 provas.
A pontuação do Circuito Nacional de Trail será obtida pela soma das 6 melhores classificações, sendo obrigatória a pontuação em pelo menos 3 zonas.

Circuito Nacional de Trail Ultra – 4 provas.
A pontuação do Circuito Nacional de Trail Ultra será obtida pela soma das 4 melhores classificações.

Circuito Nacional Trail Ultra Endurance – 2 provas.
A pontuação do Circuito Nacional de Trail Ultra Endurance será obtida pela soma das 2 melhores classificações.

Nota 1: As provas do Calendário Nacional ATRP que sejam anuladas ou a distância alterada, não respeitando a categorização em que se inserem, não pontuarão para o Circuito Nacional.
Nota 2: O título de “finalizador” só será atribuído nos Circuitos Nacionais.

10.1 Primeiro critério de desempate, a soma de pontos obtidos no confronto direto, dentro do número de provas necessárias para finalizar cada respetivo circuito nacional.

Exemplo – No Circuito de Trail Ultra, dois atletas (A e B) terminaram com o mesmo número de pontos e estiveram em confronto direto duas (2) vezes nas provas X e Z (os confrontos diretos nas provas em que não aproveitam os pontos não entram no critério de desempate).

  • Na prova X o atleta A venceu com 220 pontos e o atleta B somou 201 pontos
  • Na prova Z o atleta B venceu com 220 pontos e o atleta A somou 198 pontos

Aplicando o critério de desempate o atleta B seria o vencedor com 421 pontos.

  • Atleta A – 418 pontos (220+198)
  • Atleta B – 421 pontos (220 +201)

10.2 Se o empate persistir, o atleta que apresente melhor resultado (número de pontos obtidos, independentemente de ser “Serie150” ou “Serie100”), após contabilizadas as provas obrigatórias e assim sucessivamente até ser desfeito o empate.

11.1 Os Campeonatos Nacionais decorrerão numa prova única.

11.2 Os títulos de Campeão Nacional Individual são disputados, em exclusivo, pelos atletas de nacionalidade Portuguesa.

11.3 Poderão concorrer aos Campeonatos Nacionais de Trail e de Trail Ultra, todo o atleta de nacionalidade portuguesa que tenha 400 pontos no Ranking ATRP, do respetivo escalão e respetiva distância em que pretende participar e Trail Ultra Endurance o atleta que tenha um ranking mínimo de 350 pontos, igualmente no respetivo escalão.

11.3.1 Os atletas que mudam de escalão na nova época, serão elegíveis para a prova Campeonato Nacional, desde que possuam um ranking geral mínimo de 2 terços do total exigido.

 11.4 Os pontos ATRP de acesso aos Campeonatos Nacionais poderão ser ajustados, garantindo no mínimo que todos os escalões estejam representados.

11.5 Poderão concorrer aos Campeonatos Nacionais de Trail, de Trail Ultra, de Trail Ultra Endurance, todo o atleta que tenha um Ranking Geral ITRA superior a 800 pontos no sector masculino e 630 pontos no sector feminino.

12.1 Os Campeonatos Nacionais de clubes decorrerão numa prova única.

12.2 O Campeonato Nacional de Clubes é um título coletivo por género, a disputar pelas Equipas e Atletas associados da ATRP.

12.3 Poderão concorrer aos Campeonatos Nacionais de Trail, de Trail Ultra e de Trail Ultra Endurance, equipas que tenham no mínimo 75 pontos no ranking coletivo ATRP e que tenham finalizado o circuito do ano anterior da distância – exceto nos casos do primeiro ano de competição, em que bastará apuramento por ranking dos atletas -, podendo cada equipa inscrever um máximo 9 atletas.

12.4 As equipas sem ranking ATRP poderão concorrer aos Campeonatos Nacionais de Trail, de Trail Ultra e de Trail Ultra Endurance desde que pelo menos 3 dos seus atletas tenham obtido apuramento para a competição individual através do ranking ATRP da respetiva distância, não podendo nomear mais que 9 atletas com ranking individual qualificativo para a sua constituição.

12.5 As equipas pontuam no Campeonato Nacional de Clubes desde que terminem no mínimo 3 dos seus atletas, sendo possível para a classificação coletiva a pontuação de um atleta de nacionalidade não portuguesa por equipa.

12.6 A pontuação da equipa na prova será obtida pelos 3 melhores resultados individuais (soma das classificações), dos atletas inscritos.

13.1 As finais das Taças de Portugal decorrerão numa prova única.

13.2 Apenas estarão em disputa os títulos individuais de Vencedor da Taça de Portugal no escalão de Absolutos, masculino e feminino, e em exclusivo por atletas de nacionalidade Portuguesa.

13.3 Poderão participar na Taça de Portugal de Trail os 10 primeiros atletas de cada ZONA (M/F) com os 10 primeiros classificados (M/F) do Campeonato Nacional de Trail e os 3 primeiros classificados de Circuitos Regionais acreditados pela ATRP, desde que sejam associados da ATRP, enquanto persistir a dupla filiação. Esta prova realizar-se-á exclusivamente para esse efeito, em local e data a anunciar.

14.1 Zona de apuramento para Taça de Portugal de Trail, a pontuação da ZONA (Norte, Centro, Sul, Madeira e Açores) será obtida pela soma das 4 melhores classificações das provas realizadas na zona de residência (registada na ATRP) do atleta.

14.2 Para a classificação final na ZONA (Norte, Centro, Sul, Madeira e Açores) todas as provas serão pontuadas como “Séries100”, sendo a pontuação de partida de 100 pontos para o atleta vencedor inscrito na respetiva zona.

14.3 A cada atleta finalizador de cada prova, da Taça de Portugal Zona, é atribuído um número de pontos obtidos com base no tempo despendido, mais bónus adicional pela competitividade conforme descrito no ponto 5.3.2 e 5.4.

14.4 Na Taça de Portugal ZONA, serão contabilizados os melhores quatro (4) resultados de cada atleta na sua zona, tendo o atleta que apresentar no mínimo dois (2) resultados para entrar na classificação final.

15.1 Elaboração de um Ranking ATRP com base nos resultados nas competições nos Circuitos Nacionais dos últimos 24 meses, atualizado no final de cada mês.

15.2 A pontuação máxima do Ranking será 880 pontos com base nas seguintes fórmulas.

15.3 Fórmulas

  • A. Trail Ultra Endurance – A soma dos 2 melhores resultados dos últimos 24 meses X 2.
    Exemplo: (220 +190) x 2 = 820 pontos
  • B. Trail Ultra – A soma dos 4 melhores resultados dos últimos 24 meses.
    Exemplo: (220+190+200+150) = 760 pontos
  • C. Trail – A soma dos 6 melhores resultados dos últimos 24 meses a dividir por 3 X 2.
    Exemplo: (220+190+200+150+100+200) /3) x 2 = (1060/3) x 2 = 353,33×2 = 707 pontos

16.1 Elaboração de um Ranking ATRP com base nos resultados das equipas nas competições dos Circuitos Nacionais dos últimos 24 meses, atualizado no final de cada mês.

16.2 A pontuação máxima das equipas no Ranking será 150 pontos com base nas seguintes fórmulas.

16.3 Fórmulas

  • A. Trail Ultra Endurance – A soma dos 4 melhores resultados dos últimos 24 meses, a dividir por 4 e a multiplicar por 10.
    Exemplo: ((15+15+15+15)/ 4) x 10 = 150 pontos
  • B. Trail Ultra – A soma dos 6 melhores resultados dos últimos 24 meses, a dividir por 6 e a multiplicar por 10.
    Exemplo: ((15+13+15+13+15+15)/ 6) x 10 = 14,33 x 10 = 143 pontos
  • C. Trail – A soma dos 10 melhores resultados dos últimos 24 meses.
    Exemplo: 15+10+13+15+13+15+15+10+11+12 = 129 pontos

Em caso de omissão neste regulamento ou de divergência de interpretação, a ATRP tomará a melhor decisão para o bom desenrolar dos Circuitos, Campeonatos ou Taças, levando em linha de conta as opiniões do Conselho Consultivo.

Serão feitas observações nas provas da distância Ultra dos Trilhos dos Reis e Trilhos do Paleozóico, com vista a selecionar 4 atletas (2 F e 2 M) que integrarão a equipa que representará Portugal em Junho no Campeonato do Mundo. Caso os atletas vencedores das provas de observação tenham sido já selecionados, a escolha será feita pelo selecionador nacional e direção técnica da ATRP. Serão ainda atribuídos “wild cards” – comunicados até 31 de Março de 2019 – a atletas que a direção técnica e o selecionador nacional considerem mais valia para a equipa nacional.

Para além do cumprimento dos critérios de elegibilidade, todos os atletas, para integrarem em pleno a Seleção Nacional, terão que aceitar os seguintes compromissos:

  1. Estágios

Serão realizados 2 estágios que decorrerão nos dias 27 e 28 de Abril,  e 25 e 26 de Maio, com vista à preparação da participação nos Campeonatos do Mundo em local a definir em breve.

A ausência em algum destes estágios (a não ser por motivos de força maior formalmente justificada e reconhecida como tal pelo selecionador nacional), resultará na exclusão da Seleção, dando o atleta excluído lugar a outro elegível para o efeito, ou escolhido diretamente pelo Selecionador Nacional em articulação com o corpo técnico da ATRP.

  1. Período de restrição competitiva

Para salvaguardar uma recuperação adequada das provas que integram o calendário competitivo de cada atleta, serão estabelecidos os seguintes períodos de restrição competitiva:

A partir do dia 7 de Abril para provas de distância superior a 50km, e a partir do dia 12 de Maio para qualquer competição, independentemente da distância ou do tipo de prova.

Tal como relativamente ao ponto anterior, o não cumprimento desta regra resultará na exclusão da Seleção, dando o atleta excluído lugar a outro elegível para o efeito, ou escolhido diretamente pelo Selecionador Nacional, em articulação com o corpo técnico da ATRP.

  1. Controle anti-doping

Cada atleta aceita fornecer amostras de sangue, urina ou cabelo, se para tal for solicitado. Também se encontra obrigado a indicar ao médico da Seleção Nacional, se já está a usar, ou se vai solicitar a utilização de uma TUE (Therapeutic Use Exemption: substância proibida mas necessária para fins terapêuticos), antes do evento.

  1. Utilização do vestuário e equipamento oficial, e símbolos Nacionais

Os atletas selecionados não poderão usar símbolos que não os dos patrocinadores da Seleção Nacional, seja em estágio ou em trânsito para estes, comprometendo-se a fazer parte de eventuais sessões de ativação de marcas parceiras da ATRP ou FPA. A utilização de redes sociais aquando dos estágios da Seleção Nacional será apenas feita pelos meios de comunicação da ATRP, podendo os atletas partilhar apenas as publicações oficiais.
Não serão permitidas ativações de marcas patrocinadoras dos atletas durante os estágios.
Durante os estágios o uso do equipamento determinado pelo selecionador nacional é obrigatório.

 

Independentemente dos critérios de elegibilidade e integração acima referidos, a decisão final da integração ou não na Seleção Nacional caberá sempre ao Selecionador Nacional em articulação com o corpo técnico da ATRP, tendo como objetivo último assegurar a melhor representação possível. Serão pois tidos em conta, nomeadamente e entre outros:

  1. Estado de forma dos atletas selecionados no ano de realização dos Campeonatos do Mundo.
  2. Existência de alguma lesão, que seja impeditiva da participação do atleta, ou limitadora da sua performance.
  3. Carga competitivo de cada atleta selecionado: O Selecionador Nacional analisará individualmente com cada atleta o seu calendário competitivo no período que anteceder os Campeonatos do Mundo, e indicará, se achar necessário, as modificações a fazer ao mesmo, de forma a assegurar que cada atleta se apresentará nas melhores condições possíveis.